http://www.planetarei.com.br/100anos/index.htm
Dica do amigo Magnum Freire, você escolhe o ano, e ele lista o top 100 de sucesso, com links para vídeo de todas as músicas!
Interessante!
Abril 29, 2009 às 8:46 am (música)
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Abril 29, 2009 às 8:31 am (música)
Tags: frank mccomb
Frank McComb. Esse é o nome do cara.
A Internet possui a qualidade mágica de nos transportar para o mundo todo, conhecendo culturas, artes, lugares, momentos e situações e fazendo-as acontecer em nosso próprio mundo, do universo para o nosso PC.
Foi assim que descobri o ótimo músico, cantor e compositor Frank McComb. Atraído pela similaridade dele com os mestres Donny Hathaway, Stevie Wonder, George Benson, Curtis Mayfield entre outros, fui atrás de sua música e descobri mais um para os meus ’sons preferidos de cabeceira’.
Bem por cimão, posso dizer que Frank McComb ficou conhecido no mundo da música pela sua participação nos dois discos do Buckshot Lefonque, super coletivo criado pelo saxofonista americano Brandford Marsalis.
Posso citar como primeira música para se achegar a Frank o clássico Golden Lady, do superb Stevie Wonder, recriada com respeito mas fincada num som contemporâneo. Os puristas podem dizer que preferem os originais, mas como eu sempre digo, música é evolução, e é sempre bom conhecer coisas novas baseadas nos grandes medalhões!
O primeiro disco dele que ouvi foi o de 2003, The Truth vol. 1, e o cover citado retro, está no The Truth vol. 2. Fiquei pasmo com sua voz, uma amálgama entre Donny e Stevie que encanta e embeleza a vida, mas com naturalidade e personalidade própria, além de ser compositor de mão cheia.
O cara, como todo bom músicode alma negra, começou com a família cantando na igreja. Nasceu em 1970, em Ohio, Cleveland, e já trabalhou com muitos músicos gabaritados, como Prince, Chaka Khan, Teddy Pendergrass, Gerald Levert e Teena Marie.
Enfim, é isso, visite o site oficial dele, o Myspace, corram atrás e ouçam o trabalho dele. Recomendadíssimo pra quem curte Donny, Stevie, Benson, R&B, Ed Motta, Soul e similares!
Abril 29, 2009 às 7:41 am (música)
Abril 29, 2009 às 7:22 am (música)
(Obs. Adoro a minha sogra!)
Eu só ainda não matei a minha sogra, porque senão, quando eu morrer e for para o inferno, é capaz de o Diabo querer se vingar de mim, por ter mandado aquele troço pra ele!
Deus fez a mãe, mas o Diabo inventou a sogra.
Quando sogra for dinheiro, pobre só casa com órfã.
Morar com sogra é fazer vestibular para o céu.
Se sogra fosse coisa boa, Cristo não teria morrido solteiro.
Um amigo meu tem estado muito deprimido: Em março de 1989 ele quis matar a sogra dele, mas o advogado dele disse que ele pegaria 20 anos de cadeia.
Ué, por que ele tá assim?
- Ele está deprimido desde que percebeu que já estaria LIVRE desde o mês passado!
O que é uma Kombi caindo de um precipício com duas sogras dentro?
Um desperdício! Numa Kombi cabem pelo menos oito sogras!
A única sogra que presta é a da minha mulher.
Sogra! Tô fora, Filha! Tô dentro
Sogra é igual a mandioca, as boas estão enterradas.
Digo para todo mundo que minha sogra caiu do céu. A vassoura quebrou quando voava por sobre minha casa.
Abril 27, 2009 às 3:52 am (música)
Tags: spyro gyra
Vamos dar uma resenhada básica para o Cd lançado pelo grupo de smooth-jazz (termo super pejorativo hoje em dia…) Spyro Gyra.
Spyro Gyra (2009) Down the Wire
O clima começa enérgico com a primeira música, faixa título, que tem como fio condutor o slap do baixista Scott Ambush e o groove do novo integrante, o baterista e cantor Bonny B.. Incrível como a mixagem deixou o baixo em primeiro plano, enquanto a banda faz a cama para ele solar. Outro aspecto interessante é o clima de ao vivo da faixa, pois quase não há overdubs, é o órgão, a guitarra, a bateria e o sax e só, a única exceção é o baixo que dobra para fazer a melodia junto com o sax. Pra aumentar o clima pesado, temos um solo nervoso do guitarrista Julio Fernandez, seguido por slapadas fenomenais de Mr. Ambush.
A faixa Unspoken é temperada com o sabor latino da percussão de Gerardo Velez (ex-membro da banda), e conduzida pelo violão de aço e pelo piano de Tom Schuman, que criam o tema. Um baixo quase acústico e a bateria suave completam o clima tranquilo. É uma música que nem precisaria de sax, mas se não tiver sax, não é Spyro Gyra! Então, Jay Bekenstein entra e adoça ainda mais a música. Uma guitarra semi-acústica aparece no meio para contracantos e solos.
O que diferencia a faixa Not For Nothin’ é o baixolão acústico, aliado a uma guitarra ‘mute’ e um clima pop, com o tema feito pelo synth, e dobrado em seguida pelo sax. Um solo de guitarra clean deixa à mostra a levada funk, apoiada pelo Hammond. Pra fechar, um solo de teclado de Schuman, com seus synths e sons retrôs.
Island Pond é pura calmaria, piano e sax respirando tranqüilidade. O resto da banda engorda a música na segunda parte, destacando-se os solos jazzy de Fernandez, e o piano de Tom Schuman.
O jazz The Tippin’ Point expõe a faceta mais intricada do Spyro Gyra, sem contudo descaracterizar o estilo. O piano domina a música, que conta com um walking bass do baixo acústico, e o ride da bateria segura a pulsação para o solo de sax. Uma guitarra semi-acústica completa o time.
As percussão e os efeitos ‘espaciais’ fazem da faixa Ice Mountain uma espécie de homenagem à Chick Corea Elektrik Band e grupos similares. A marimba aparece no álbum pela primeira vez, e faz lembrar da época em que o instrumento – e o músico Dave Samuels – faziam parte oficialmente do SG. Violões amenizam o fluxo de síncopes do grupo, mas em seguida temos solos de quase toda a banda até o fim do track.
Olha o baixo em destaque novamente. A Flower For Annie Jeanette é bela, lenta e conduzida pela melodia fretless de Ambush, tendo como base o violão de Fernandez. Gerardo Velez também aparece nesta faixa e contribui com o ritmo, juntamente com o baixo seguro, da segunda parte, para as incursões de Jay ao sax, e Ambush volta ao solo na parte sem ritmo da música. Um piano de sabor clássico faz o interlúdio, para a banda voltar cheia e bela.
Levadas caribenhas infestam a faixa seguinte, La Zona Rosa. A guitarra distorcida nos faz lembrar que Julio Fernandez é cubano, e traz toda esta latinidade ao grupo. Adoro esse naipe de metais com essas frases curtas e rápidas. A saber: trumpete = Don Harris, trombone = Ozzie Melendez e tenor sax / flauta = Bill Harris.
Voltamos ao Spyro Gyra tradicional em What It Is, com uma base de guitarra interessante, e solo idem. A caixa seca e precisa de Bonny B. dão o tom smooth jazz da música, pontuada pela melodia do sax e pelas teclas do órgão de Tom Schuman. Os solos finais não deixam dúvidas do estilo que sempre embalou a banda.
E voltamos também ao estilo atual do Spyro Gyra, sempre inserindo temas acústicos (piano, baixolão, guitarra jazz e bateria de vassourinha). A Distant Memory não possui destaques, além das melodias de sempre do sax, e o final do solo de piano em fade out acentua clima de improviso da música.
Pra terminar o disco, na única música com vocal, temos um clima ‘Parliament meets the pop jazz’. Uma levada até meio Tribal Tech inicia Make It Mine, com um refrão super pegajoso (‘I wanna make, I wanna make it mine / I gotta make, make it funky and make it fine’). O baterista e cantor Bonny B (membro ‘novato’ da banda) também faz os scat vocais, acompanhando as melodias. E faz da música um R&B mais invocado. Destaco o solo de teclado em estéreo, que fica bem interessante, e o efeito envelope filter da guitarra.
—–
Síntese: É interessante como o sax do Spyro Gyra é inconfundível, talvez pelo estilo de Jay, que evita muitos outsides e virtuosidades. Ele mantém sempre aquela beleza e calma em suas linhas, o que deve manter muitos jazzistas afastados do som da banda, que sempre esperam uma agressividade maior do sax, coisa que praticamente não existe no Spyro Gyra. Mas isso caracteriza o estilo do grupo, que há décadas se mantem tal como o “Iron Maiden do smotth jazz”, ou seja, contam com quase a mesma formação, o mesmo estilo, e os mesmos fãs fíeis. E em time que está ganhando (ou que não perdendo, pelo menos) não se mexe, não é mesmo?
Tracklist:
01- Down the Wire
02- Unspoken
03- Not For Nothin’
04- Island Pond
05- The Tippin’ Point
06- Ice Mountain
07- A Flower For Annie Jeanette
08- La Zona Rosa
09- What It Is
10- A Distant Memory
11- Make It Mine
Abril 17, 2009 às 9:19 am (imprensa, música)
Tags: steely dan
Um pouco sobre Steely Dan e as histórias de influências em demasia…
Steely Dan é um grupo cujo centro criativo total é formado pelo vocalista e tecladista Donald Fagen e pelo guitarrista e baixista Walter Becker. No começo, era uma banda de rock com aquele shuffle bacana, mas aos poucos foram agregando elementos do jazz, fusion e funk e viraram um grupo de referência para muitos artistas – muitos jazzistas e jazófilos adoram as criações da dupla, sempre com harmonias sofisticadas e letras sarcásticas, por vezes oblíquas e repletas de duplo sentidos. A dupla impinge nas letras tantas referências e termos envolvendo assuntos, época, e eventos específicos que existe até um site que explica muitos dos termos expostos pelo Steely Dan, a começar pelo próprio nome da banda, encontrado no livro Naked Lunch, de William Burroughs – Steely Dan III é um pênis de borracha usado pela personagem do romance. Outro predicado da banda é preciosismo quanto às gravações dos álbuns. O disco “Aja” é tido como um dos melhores álbuns em termos de timbre e de perfomance, além das grandes composições do grupo (e pelos músicos ‘ruins’ como Wayne Shorter, Bernard Purdie, Lee Ritenour e Larry Carlton que participam do disco…), Este e outros álbuns são usados como referência de gravação pelos estúdios.
Mas, vamos lá: vou tratar de um tema polêmico e cheio de desdobramentos que é o plágio (ou influência) que envolve a banda.
Comecemos pelo tema ‘Gaucho’, presente no disco de mesmo título lançado em 1980 pela banda. Música bela e requintada, com melodia e harmonia rebuscada e mágica e letra inteligente (e com Jeff Porcaro na bateria!). Acontece que o pianista Keith Jarrett acusou a banda de ter plagiado a música “As Long as you know you’re living yours”, lançada por ele em 1974 em seu disco “Belonging”. Fagen e Becker assumiram na boa que adoravam a música de Jarrett e fizeram uma ‘adaptação’, que na minha sincera opinião, ficou ainda mais bela que a já bonita música do pianista (até a linha de sax é muito parecida, mas a versão do SD parece completar a canção original). Bom, anyway, Keith Jarrett ganhou na justiça a co-autoria de Gaucho, mas o pianista sofreu um ostracismo em sua carreira nos anos seguintes que pareceu ter sofrido uma maldição da dupla Fagen/Becker… Será?
Já no 2000, outro caso de ‘influência’. Desta vez, ao contrário: a banda Steely Dan lançou, no disco de retorno ‘Two Against Nature’, a música ‘Cousin Dupree’, que conta a história de um primo que dá em cima da priminha com a qual costumava brincar quando pueris, mas que agora cresceu, virou uma moça cheio de predicados e que o faz ter vontade de brincar de ‘outras coisas’ (a saber: a música ganhou um Grammy em 2001 por melhor canção pop). Confiram a letra e o vídeo abaixo:
COUSIN DUPREE
Well I’ve kicked around a lot since high school
I’ve worked a lot of nowhere gigs
From keyboard man in a rock’n ska band
To haulin’ boss crude in the big rigs
Now I’ve come back home to plan my next move
From the comfort of my Aunt Faye’s couch
When I see my little cousin Janine walk in
All I could say was ow ow ouch
CHORUS:
Honey how you’ve grown
Like a rose
Well we used to play
When we were three
How about a kiss for your cousin Dupree
She turned my life into a living hell
In those little tops and tight capris
I pretended to be readin’ the National Probe
As I was watchin’ her wax her skis
On Saturday night she walked in with her date
And backs him up against the wall
I tumbled off the couch and heard myself sing
In a voice I never knew I had before
CHORUS
I’ll teach you everything I know
If you teach me how to do that dance
Life is short and quid pro quo
And what’s so strange about a down-home family romance?
One night we’re playin’ gin by a cracklin’ fire
And I figured I’d make my play
I said babe with my boyish charm and good looks
How can you stand it for one more day
She said maybe its the skeevy look in your eyes
Or that your mind has turned to applesauce
The dreary architecture of your soul
I said – but what is it exactly turns you off?
CHORUS
Acontece que Owen Wilson protagonizou um filme, em 2006, chamado “You, Me and Dupree” (em português: Dois é bom, três é demais), cuja história delineia-se semelhantemente: um hóspede que fica de olho na esposa do amigo… Até o nome do personagem principal é o mesmo (Dupree) o que motivou Fagen e Becker a soltarem uma nota no site do SD detonando o ator e o filme. Owen Wilson alegou que não conhecia nem a música, nem este ‘gentil senhor de nome Steely Dan’, e que queria se concentrar no seu próximo filme, de nome “Hey, 19” (hã? Hey Nineteen? É claro, foi uma piada do cara…) Bom, o ator não amargou ostracismo, mas nunca ficou mais famoso do que seu irmão, o ator Luke Wilson, e o filme outrossim parece não ter feito muito sucesso…
Outros casos envolvendo influência excessiva são ‘Rikki Don’t Lose that Number’ que tem a linha de baixo roubada de ‘Song for My Father’ do pianista Horace Silver;
Enfim, plágios ou influências, isso não importa. O que importa é a evolução da música, que como arte, sofre as adaptações para se tornar única e contemporânea, às vezes fraca e insossa, ou então um clássico atemporal que a muitos inspiram, assim como são as músicas do SD. Muitos artistas utilizam o expediente de explicar a criação de suas músicas através de inspirações de outras músicas ou artistas. Sempre leio músicos falarem: “a minha música X é como se fosse a música Y da banda tal, mas com outro andamento e tom”. É uma forma de interconectar canções e estilos. Ed Motta mesmo diz que tem a cisma de pegar temas jazzísticos e impor um tom de pop e afirmar copiar na cara dura Rita Lee e Steely Dan – embora, a influência nestes casos é bem mais sutil e sofisticada. Funciona como uma inspiração mesmo, não uma mera cópia. Eu mesmo só percebo a influência direta do SD no trabalho do Ed na música “Suddenly You”, ou em alguns acordes usados pelo cantor, como os famigerados ‘acordes SUS’, ou aqueles com baixo alterado (também chamados de ‘mu chords’).
Bom, é isso. Em breve, mais Steely Dan, banda que tem tanta história e conteúdo quantos as letras que Mr. Fagen and Mr. Becker produzem…
Só pra deixar o post mais atual, foi anunciado que serão lançadas músicas do Steely Dan para o game Guitar Hero, incluindo “Reelin’ in the Years”, com seu super solo…
Abril 16, 2009 às 9:05 am (música)
“Os anos 80 foram os anos 70 da minha geração” (Marcelo Donati)
Nostagia total… Hoje estou no climão ‘old feeling‘…

Hoje estava (re)assistindo o DVD Californian Nights, do Tears for Fears.
Banda precisa, músicas lindas e a dupla criadora (Roland e Curtis) canta e toca muito! Seriam o Tears for Fears o Steely Dan dos anos 80? Heresia total minha, mas as músicas do TfF têm essa combinação elegante de pop, progressões não usuais, harmonias bacanas, vocais fantásticos e letras filosóficas… Além do que, são capitaneadas pela dupla que compõem, cantam e tocam muito.
Pra quem quiser comprar, baratinho, R$ 9,90 nas Americanas, é só clicar aqui.
Não é merchan, é só uma dica mesmo.
Abril 15, 2009 às 9:29 am (música)
Tags: banda groove
Confiram a música “Noite do Prazer” (Cláudio Zoli), gravada pela (nossa) Banda Groove. Estamos fazendo um Cd demo e está é a primeira faixa pronta. Foi inteiramente gravada e mixada em meu ‘home studio’. Então, perdoem a falta de profissionalismo na gravação!
Detalhes da gravação:
Marcelo Donati: guitarra, vocais (scat), produção, arranjo, programação de bateria, teclados, gravação e mixagem.
Joe Bass: baixo e co-produção.
Bruno Guazelli: o cantor.
Na banda Groove, ainda temos o Tony (bateria) e o Marcão (sax)
link para baixar: clique aqui.
Abril 14, 2009 às 7:45 am (textos)
10 “trava-línguas” para melhorar a pronúncia
from: Lista10.org – fonte original: site Terra
A fonoaudióloga e professora da Universidade São Camilo, Luciana Bertachini afirma que é possível aprender a articular bem as palavras com brincadeiras. “A mãe pode estimular os filhos na pronúncia correta ao ajudar a criança a colocar um nome difícil numa boneca, por exemplo. Outra maneira é cantar músicas com palavras que tenham bastante consoante”, informa.
Abaixo 10 trava-línguas para treinar e ainda se divertir:
1º. O sabiá não sabia que o sábio sabia que o sabiá não sabia assobiar.
2º. Em um ninho de mafagafos havia sete mafagafinhos; quem amafagafar mais mafagafinhos, bom amagafanhador será.
3º. O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.
4º. O rato roeu a roupa do rei de Roma. Rainha raivosa rasgou o resto.
5º. Três tigres tristes para três pratos de trigo. Três pratos de trigo para três tigres tristes.
6º. O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro.
7º. O doce perguntou pro doce qual é o doce mais doce que o doce de batata-doce. O doce respondeu pro doce que o doce mais doce que o doce de batata-doce é o doce de doce de batata-doce.
8º. Cinco bicas, cinco pipas, cinco bombas. Tira da boca da bica, bota na boca da bomba.
9º. A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã. Nem a rã arranha a aranha.
10º. A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada.
Abril 8, 2009 às 2:41 am (música)
Acho que todo mundo sabe que o rock metal é cheia de suas vertentes, Power Metal, metal melódico, metal bermudão, enfim esse texto explica direitinho como funciona as vertentes do metal.
É só imaginar uma situação e seus respectivos desfechos na abordagem de cada linha.
“No alto do castelo, há uma princesa – muito carente – que foi ali trancada, e é ‘guardada’ por um grande e terrível dragão”…
E os desfechos:
Metal Melódico: corre até o castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor…
Thrash Metal: corre até o castelo, enche o dragão de porrada, pega a princesa e fode ela.
Power Metal: chega brandindo sua claymore e trava uma batalha gloriosa contra o dragão. até que o dragão sucumbe enquanto ele permanece em pé,banhado pelo sangue de seu inimigo, sinal de seu triunfo. Resgata a princesa. Esgota a paciência dela com auto-elogios. Só então a fode.
Heavy Metal tradicional: atropela o dragão com uma Harley Davidson , enche a cara de cerva com a princesa e depois come ela.
Folk Metal: chega uma galera tocando acordeon, flauta e violino, fazem o dragao dormir depois de tanto dançar, voltam pra floresta onde tem um monte de elfas, ninfas, fadas, dryades, e deixam a princesa no castelo.
Viking Metal: chega em seu cavalo, desce e mata o dragao com um machado, assa e o come. Depois pega e fode com a princesa, pega tudo de valor que tinha no castelo e dorme em volta da fogueira.
Death Metal: Chega, mata o dragao. Fode com a princesa. Mata a princesa. Vai embora.
Black Metal: Chega de madrugada, dentro da neblina. Mata o dragao e empala em frente ao castelo. Pega a princesa para um ritual. Bebe o sangue dela até a morte, e depois a empala junto com o dragao, pq descobriu q nao era mais virgem.
Gore Metal: Chega, mata o dragao. Sobe no castelo, fode ca princesa e mata ela. Depois fode-a dinovo. Abre um monte de buracos na carne da princesa e fode cada um destes buracos. Arranca os olhos dela e fode as orbitas oculares. Agora queima a princesa. Na volta, fode com o dragao tb. Dae ele fica com fome e come o dragao e a princesa.
Doom Metal: chega la, olha o tamanho do dragao, fica deprimido e se mata. Dae vem o dragao, fode ele e depois o come.
Industrial Metal: mata o dragão com um monte de armas high-tech. volta pra casa. liga seu video-game. se masturba vendo a Lara Croft.
Progressive Metal: quer mostrar para o dragão toda sua técnica na espada. mata o dragão de tédio em uma luta demorada e depois vai embora.
Gothic Metal: como a música acalma as feras, chama uma mina gata com voz bonitinha pra cantar pro dragão. Não funciona e ele volta pra casa e transa c/ a mina gata com voz bonitinha.
New-Metal: Quer provar para todos outros que também é &*%$# e é capaz de salvar a princesa. fica alardeando o quanto é &*%$#, o quanto é inovador etc.
chega lá. Vai enfrentar o dragão e perde feio.
Grindcore - O cara entra correndo, gritando que nem um louco. O Dragão fica parado sem entender nada, pega a princesa, dá um tapa na cara dela. Sai correndo pro portão e vai embora.
Abril 3, 2009 às 9:41 am (música)
Logo, logo, vem aí mais um bom blog… Esse promete! É o Dr. Wu, blog do amigo Magnum Freire. O cara manda muito, sabe muito de música e afins. Com certeza, haverá muitas dicas legais, alguns discos explicados e muita, muita história. Para acessar clique na imagem, ou aqui.
Não tem idéia do que ou quem é Dr. Wu? Acesse o blog regularmente que você aprende isso e muitas outras coisas legais da boa música do mundo!
Uma dica: ouça Steely Dan!