The Music and Politics of Black Action Films 1968 – 75

Super coletânea da Soul Jazz Records:

Can You Dig It ? -

The Music and Politics of Black Action Films 1968 – 75

(Soul Jazz Records)

Tracklist:

1.    Roy Ayers — Coffy Is The Color
2.    Gene Page — Blacula
3.    Johnny Pate — Shaft In Africa
4.    Willie Hutch — Brother’s Gonna Work It Out
5.    Don Costa — Charley – Main Theme
6.    Marvin Gaye — ‘T’ Plays It Cool
7.    Bobby Womack — Across 110th Street
8.    J.J. Johnson — Willie Chase
9.    James Brown — Down And Out In New York City
10.    Quincy Jones — They Call Me MISTER Tibbs
11.    Martha Reeves and J.J. Johnson — Keep On Movin’ On
12.    Dennis Coffey — Theme From Black Belt Jones
13.    Curtis Mayfield — Freddie’s Dead
14.    The Blackbyrds — Wilford’s Gone
15.    Willie Hutch — Theme Of Foxy Brown
16.    Isaac Hayes — Run Fay Run
17.    Isaac Hayes — Shaft
18.    Curtis Mayfield — Pusherman
19.    Joe Simon — Theme From Cleopatra Jones
20.    Johnny Pate — You Can’t Even Walk In The Park
21.    Brer Soul and Earth, Wind and Fire — Sweetback’s Theme
22.    James Brown — Make It Good To Yourself
23.    Isaac Hayes — Pursuit Of The Pimpmobile
24.    Grant Green — Travelling To Get To Doc
25.    Booker T and the MG’s — Time Is Tight
26.    Roy Ayers — Aragon
27.    Edwin Starr — Easin’ In
28.    Gordon Staples and The String Thing — Strung Out
29.    Nat Dove and The Devils — Zombie March
30.    The Impressions — Make A Resolution
31.    Solomon Burke and Gene Page — The Bus
32.    Jack Ashford — Las Vegas Strut

Confira a resenha deste disco extraída do site Soul Jazz Records!

“‘Can You Dig It?’ is as definitive as it gets, and treats its subject seriously, lovingly and with an attention to detail that makes it a necessary purchase. An exemplary collection that is near perfect.’ WIRE MAGAZINE

‘Can You Dig It?’ charts the rise of ‘Black Action Films’ from 1970-75. As well as featuring a double-CD collection of the stunning music from these films, ‘Can You Dig It?’ comes with a 100-page booklet. The vinyl is on two monster loud separate double albums (and comes with the full text).

The Black Action Films of the early 1970s gave the Hollywood industry its first African-American cinema – actors, directors, cameramen, editors and writers. These films discussed aspects of the African-American experience in the form of entertainment. Storylines interwove post-civil rights revolution with action stories, many involving pimps, prostitutes, drug dealers or private detectives.

The films also featured the finest funk and soul black music of the time as stars such as James Brown, Curtis Mayfield, Willie Hutch and Roy Ayers produced some of their finest work, with film budgets allowing for the addition of huge orchestral arrangements by jazz legends such as Quincy Jones, Johnny Pate and JJ Johnson.

In the early 1970s, Black Action Films exploded into the cinema with three extremely successful films – ‘Shaft’, ‘Super Fly’ and ‘Sweet Sweetback’s Badasssss Song’. The most profound statement of these films was their actual existence – black actors and black directors entering the previously closed Hollywood film industry.

Black Action Films were a representation of politically everything that had gone before and stylistically of everything that was current. Civil rights, Malcolm X, Martin Luther King, Black Power, Black Panthers, Vietnam sit alongside the criminal worlds of policemen, private investigators, bail bondsmen and the criminals, drug dealers, pimps and hustlers that they parole.

‘Can U Dig It?’ brings you everything you always wanted to know about black action films. Aside from the amazing music (brought together for the first time ever), it also comes with a 100-page (yes, 100-page!) book in the CD featuring scores of original photographs, film posters, text and descriptions of all the films. The LP editions feature all the text.

This is an essential Soul Jazz Records release!

(Encontrei no super blog Rio Groove FM)

Entrevista de Richie Blackmore ao site Fender.com

Tradução: www.whiplash.net

A Fender.com recentemente conduziu uma entrevista com o lendário guitarrista Ritchie Blackmore (DEEP PURPLE, RAINBOW, BLACKMORE’S NIGHT). Seguem abaixo alguns trechos da conversa (thanks to Lágrima Psicodélica).

Fender.com: Como membro fundador do Deep Purple e do RAINBOW, é muito interessante que você também tenha se tornado bem-sucedido em um gênero totalmente diferente. Quando você sentiu pela primeira vez uma inclinação pela música com inspiração renascentista?

Ritchie Blackmore: “Eu senti uma inclinação pela música renascentista desde que ouvi a canção ‘Greensleeves’, quando tinha 11 anos. Depois novamente em 1972, quando ouvi David Munrow & Early Music Consort of London. Sempre ouvia esta música em casa ou nos hotéis na estrada. Era fascinado pelo som das flautas daquela época”.

Fender.com: “Secret Voyage” foi descrito como um álbum que leva seus ouvintes a uma “busca musical – uma viagem através do tempo e espaço”. O single “Locked Within the Crystal Ball” faz isto com uma tradicional melodia escrita pelo Rei Alfonso X de Castela servindo como semente para seu arranjo e composição final. Candice chamou isso de “Blackmor-izador”. Você pode descrever este processo criativo com mais detalhes?

Ritchie Blackmore: “Isto apenas desenvolve-se naturalmente. O trabalho fica muito mais fácil quando você já tem uma melodia que existe para trabalhar. Às vezes funciona adicionando instrumentos modernos. Às vezes não. Acho que deu certo em ‘Crystal Ball’”.

Fender.com: Você também revisitou um clássico do Rainbow, “Rainbow Eyes”, neste álbum. Ela ficou conhecida como uma das mais leves canções do Rainbow, descrita como algo celeste. Ela se encaixou bem como uma canção do BLACKMORE’S NIGHT, e como você determinou o novo arranjo?

Ritchie Blackmore: “Qualquer coisa melódica serve para ser incluída nesta banda. Originalmente ela era muito acústica e desta vez acrescentamos a guitarra elétrica para dar uma dimensão diferente”.

Fender.com: Sua introdução de guitarra para “Smoke on the Water”, do Deep Purple, é largamente considerada um dos mais famosos riffs do rock’n'roll. A letra da música foi inspirada pelas experiências que a banda teve quando um incêndio atingiu o Cassino de Montreux em Montreux, na Suíça, mas como surgiu este famoso riff?

Ritchie Blackmore: “Ian Paice (baterista do DEEP PURPLE) e eu sempre costumávamos tocar juntos, somente nós dois. Foi um riff natural para tocar na hora. Foi a primeira coisa que veio a minha cabeça durante aquela sessão”.

Fender.com: É dito que você nunca toca o mesmo setlist quando viaja ou toca a mesma canção da mesma forma duas vezes. É este estilo improvisacional um desejo de ser único, uma contínua busca pelo perfeccionismo, ou você apenas fica entediado facilmente ao ser repetitivo?
Ritchie Blackmore: “A última opção. Fico muito entediado e distraído facilmente. Nunca consigo lembrar partes, linhas, qualquer coisa do conjunto. Nunca poderia ser um ator”.
Fender.com: É verdade que quando seu pai lhe comprou sua primeira guitarra aos 11 anos era na condição de que alguém lhe ensinaria corretamente a tocar senão ele esmagaria sua cabeça com ela?

Ritchie Blackmore: “Sim, é verdade. Ele realmente disse isso. Acho que ele estava pensando que eu novamente ficaria entediado facilmente e pensou que fosse uma fase passageira – que eu não continuaria tocando o instrumento. Inicialmente eu queria ser trompetista, mas o instrumento era muito caro. Depois, um baterista, mas elas eram muito caras. Então meu pai me comprou uma guitarra. Era mais barata. Eu queria ser Eddie Calvert; ele era trompetista, quando eu tinha 8 anos”.

Fender.com: Você poderia falar sobre sua evolução como guitarrista, das primeiras lições clássicas ao

Deep Purple e sobre o baixista e produtor do RAINBOW, Roger Glover, ter lhe ajudado a reconhecer que, embora tocar com velocidade pode parecer vistoso, diminuir a marcha e segurar uma nota é também uma verdadeira arte?

Ritchie Blackmore: “Percebi que quando comecei a tocar guitarra queria ser muito rápido. Depois percebi, quando este efeito diminuiu, que tocar mais devagar e com mais sentimento e emoção era muito mais difícil. Levou alguns anos para me acostumar a tocar lentamente. Agora eu acho mais difícil tocar rápido”.

Anedotas musicais

FLAUTISTAS:
Como fazer duas flautas soarem afinadas?
Mate um dos flautistas.

TROMPISTAS:
O que os trompistas fazem com a mão dentro da campana da trompa?
Figas.

VIOLINISTAS:
Porque os dedos de violinistas se parecem com raios?
- Nunca caem no mesmo lugar duas vezes.

Qual a diferença entre um violinista da primeira estante e o da última estante?
- Meio tom.

Você sabe como foi inventado o cânone ?
- Pedindo para dois violinistas tocarem a mesma música juntos.

GUITARRISTA
Como se faz para um guitarrista abaixar o volume?
Fale para ele tocar uma música seguindo a partitura.

E por que são necessários dois guitarristas para trocar uma lâmpada?

Para um subir e troca-la e outro para dizer que faria melhor.

BATERISTAS:
Se seu filho não tem talento e você quer que ele seja músico, o que você faz?
Você dá 2 pauzinhos para ele e manda ser baterista.
Mas e se seu filho, mesmo assim, não for um bom baterista, o que você faz?
Retira um pauzinho, deixando-o com um só e o manda ser maestro.

Um baterista, farto de ouvir anedotas de bateristas, resolve mudar de instrumento. Por lhe parecer mais fácil e de menor concorrência opta pelo acordeon. Vai a uma loja comprar um e o empregado diz-lhe:
- Escolha o que quiser; estão todos ali ao fundo da loja.
Ele vai até lá e, como não sabe tocar, escolhe pela aparência.
Após uns minutos volta a procurar o empregado e diz:
- Pronto, já escolhi, quero aquele branco ali de cima.
- O senhor é baterista né ? – diz o empregado.
- Como é que descobriu ? – responde o cliente.
- É que aquilo é o aparelho de ar condicionado.

VOCALISTAS:
Como é que sabe quando um cantor bate a sua porta?
É que quando você abre a porta ele não sabe quando deve entrar!

Qual é a diferença entre uma cantora e um terrorista?
Pode-se negociar com o terrorista.

DIVERSOS:
O arranjador chegou no ensaio e disse pro pianista:
- É lá menor com 7ª e 9ª menor.
E o pianista virou pro guitarrista:
- É lá menor.
E ele falou pro baixista:
- É lá.
O baixista falou pro batera:
- É samba.
E ele vira pro percussionista:
- Vai preenchendo…

FRUSTRAÇÕES
1-Qual é a frustração do baterista?
Não ter aprendido a tocar baixo.
2-Qual é a frustração do baixista?
Não saber tocar guitarra.
3-Qual é a frustração do guitarrista?
Não saber cantar.
4-Qual é a frustração do vocalista?
Não ter aprendido a tocar nenhum instrumento.
5-Qual é a frustração do tecladista?
Ser o unico que num pega nenhuma mina depois do show.

Qual o cúmulo do dodecafonismo?
Schoenberg entrar num bar e pedir uma tônica.

Reparou que não rolou piadas de gaitistas?

Porque?

É que se gaita fosse intrumentos a Hering não fabricaria, pois a Hering só faz brinquedos.

(enviado por e-mail pelo grande Paulinho Guitarra)

Cachorro Velho

baldwin dog park forestUma velha senhora foi para um safari na África e levou seu velho vira-lata com ela.

Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido.

Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço ..

O cachorro velho pensa:

-’Oh, oh! Estou mesmo enrascado! Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador…

Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: -Cara, este leopardo estava delicioso ! Será que há outros por aí?

Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.

-Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco ! O velho vira-lata quase me pega!

Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum.. .

E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa :

-Aí tem coisa!

O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: -’Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!’

Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa:

-E agora, o que é que eu posso fazer ?

Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doloridas não o levariam longe…) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz :

-’Cadê o filha da puta daquele macaco? Tô morrendo de fome!
Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e  não chega nunca! ‘

 

Moral da história: não mexa com cachorro velho… idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga.
Sabedoria só vem com idade e experiência.

Chickenfoot é uma espécie de Heaven & Hell?

Review do primeiro disco da banda Chickenfoot.

O (denominado por todos) supergrupo Chickenfoot chamou-me a atenção assim como a todos que viam a formação da banda:

Voz – Sammy Hagar (ex- Van Halen) chick

Guitarra – Joe Satriani

Baixo – Michael Anthony (ex-Van Halen)

Bateria – Chad Smith (Red Hot Chili Peppers)

Mas após ouvir atentamente seu debut (lançado no meio de 2009), deparei-me com uma contestação: assim como o grupo Heaven & Hell, que é uma espécie de continuação do Black Sabbath, o Chickenfoot é um grupo com o objetivo comum de perpetuar as composições e estilos pirotécnicos/power hard rock do Van Halen.

Afinal, Satriani, guitarrista de estilo totalmente reconhecível, descaracterizou-se para soar como o antigo Eddie, seja no timbre, seja nos riffs, seja nos solos. E isso é um elogio! Aquele timbre extremamente processado e digital do Satch deu lugar a uma guitarra cheia de vigor e punch.

Sammy Hagar está mais parecido ainda com Lee Roth nos gracejos vocais.

E a cozinha leva adiante o conceito de base de power hard, formada pelo mais fraco do Van Halen original, Michal Anthony, e pelo versátil Chad Smith, do Red Hot.

O som é bom, muito bem feito, mas totalmente calcado na filosofia VH de fazer música. Isso apesar de parecer um impropério, é na verdade, para mim, apenas a constatação de um estilo, de uma banda que criou um estilo, e pelo menos o estilo aqui imitado é bom.

Outra coincidência com o Heaven & Hell – ambos tem o segundo vocalista das respectivas bandas originais (Dio é o vocal do Heaven & Hell, e Hagar no Chicknefoot), e pelo menos um músico da formação original (aqui no caso, Michael Antony, que foi substituído no atual VH pelo filho de Eddie), o que amplia o conceito do ‘mais do mesmo’. Ou ‘em time que está ganhando não se mexe’.

Com tantos sons ruins atualmente, pelo menos é um CD que soa bem no som de seu carro ou em sua casa. E de cabo a rabo.

Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chickenfoot

Los 3 (4) Amigos – El Toletón

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Com receita é outra coisa!

Numa pequena cidade do interior do RS, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:

- Por favor, quero comprar arsênico.

- Mas… não posso vender isso ASSIM! Qual é a finalidade?

- Matar meu marido!!

- Pra este fim… piorou… não posso vender!!!

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, transando com a mulher do farmacêutico.

- Ah bom!… COM RECEITA É OUTRA COISA! * * *

Sumido…

2099869248_2f19514f54_oÉ… estou meio ausente do meu blog.

Mas estou ativamente usando o Twiiter, postando fotos, vídeos, informações sobre o Ed Motta, links legais e coisas do tipo…

Então, sem mais delongas, sigam-me!

E é claro, sempre atualizando o Bloptical!

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DVD: Ed Motta – As Segundas Intenções… ao vivo

A little bit of Larry Carlton

LarryCarltonEu adoro o trabalho de Larry Carlton, seja em carreira solo, seja pelos clássicos solos nas músicas do Steely Dan, seja pelo supergrupo de smooth jazz Fourplay, seja pela antiga e ótima banda Crusaders, da qual participou, seja pela parceria com Lee Ritenour (que era o guitar original do Fourplay), seja pelos shows com Steve Lukather, etc…

Este super guitarrista, que já teve várias fases em sua carreira, tem hoje o respaldo de fazer turnês com o Fourplay usando e abusando de sua Gibson 335, guitarra alías que o motivou a criar o clássico tema “Room 335″. Mas ele já usou inúmeros modelos de guitarras (Fender Strato, Tele Valley Arts), e já fez vários sons, com diferentes artistas. Um DVD que eu particularmente recomendo é ao vivo com Steve Lukather, onde ele duela com a distorção vigorosa e a técnica exuberante de Lukather e ainda sai ganhando, com seus solos cheios de boas sacadas e approachs inteligentes. O DVD mais recente que assisti é o do Fourplay Live in Cape Town, que saiu agora no meio de 2009.

Bom, vamos ver alguns vídeos do Larry. Primeiro, uma releitura de Layla, do Eric Clapton:

Agora, Larry tocando Josie, do Steely Dan, no Crossroads Festival (este DVD é altamente obrigatório!)

Larry e Luke tocando o clássico de Carlton, Room 335:

E pra fechar, o clássico do The Crusaders, Put It Were You Want It, ao vivo:

Nile Rodgers explanando como criou ‘We Are Family’

André Christovam (1990) A Touch of Glass

and-capaEis um disco que me traz good memories… Comprei este LP, usado, num sebo (como aliás, a maioria dos meus vinis) lá perto da praça Jõao Mendes, no centrão de SP.

Fabricado pela Eldorado, zero de distribuição, quem conhecia?? Blues?? Nacional??? André Christovam??? Bom, eu já o conhecia dos meios guitarrísticos, estava conhecendo o velho blues e este disco frequentou minha vitrola incontáveis vezes.

andre intro

Primeiro, o nome: A Touch of Glass traça uma brincadeira com o termo ‘a touch of class‘ (um toque de classe). Só que aqui foi ‘um toque de vidro’  mesmo, devido às incursões de Christovam pelo bottleneck (slide de vidro), que abrilhanta quase todas as faixas.

andchrisglass-2Segundo, o contraste da tristeza do velho blues com a ironia/alegria de algumas letras, compostas pelo próprio André. Exemplos: Leave my Money Alone e Love Jar Blues, cujas letras possuem métricas, rimas e interpretações simples, muito divertidas. E o contraste se faz presente com as releituras de ‘Oh, captain, my captain’ (tema lindíssimo instrumental, em duas versões, acústica e elétrica) e ‘One kind a favor’ com seus temas doloridamente tristes, nos quais Christovam insere guitarras e violões ainda mais tristes (deve ser por isso que minha pegada na guitarra é tão chorosa… meus solos são todos lancinantes, mesmo em happy songs).

Terceiro, a produção simples mas competente de André e Alexandre Fontanetti. Não espere ouvir um disco repleto de solos intermináveis de guitarras, bulululus e afins. Aqui, os solos só complementams a músicas. E as vinhetas instrumentais são tão boas quantos as faixas ‘completas’. ‘Santa Cecília’ exala uma delicadeza rara, ‘Tintagel’ tem uma melodia feita no baixo por Márcio Vitulli. E a bateria do Paulo Zinner (da banda ‘Golpe de Estado’) está na cara, como na faixa de abertura, ‘Wolf and Sheep’, que possui o toque de classe do slide no solo! E pra completar o time, tem Johnny “Boy” Chaves no Hammond B3, Piano e Celeste.

A música que mais gosto sem dúvida é ‘The Stumble’. Prefiro esta versão do que todas as outras, inclusive acho melhor que a versão de Gary Moore. No site oficial do André, dá pra ouvir um pedacinho. Aliás, o site é ótima pedida pra conhecer as histórias de André e suas guitarras e amps. Tem cada história!!!

Finalizando: André Christovam – A Touch of Glass é um discaço! E ainda tem a arte interna do disco, feita por Marco Aurélio, um primor de caricatura! Bom lembrar que anterior a este Touch of Glass, André fez um disco de blues com letras em português, com temas bem humorados criativos, que também é meu favorito, e que na época eu tinha em fita cassete original!!! The blues is alive forever!

David Gilmour – Wish You Were Here – violão de 12

Silvera – Gostava Tanto de Você

Sucesso de Tim Maia, remodelado pelo Silvera, com Robinho no baixo (e trecho de ‘So What’, do Miles)

David Sanborn (w/ Hiram Bullock) – Hideaway live at Montreux

David Sanborn “Hideaway” Live at Montreux 1984

Great guitar solo by Hiram Bullock!

super band: David Sanborn (saxophone), Larry Willis (keyboards), Hiram Bullock (guitar), Tom Barney (bass), Buddy Williams (drums)

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