The Music and Politics of Black Action Films 1968 – 75

Super coletânea da Soul Jazz Records:

Can You Dig It ? -

The Music and Politics of Black Action Films 1968 – 75

(Soul Jazz Records)

Tracklist:

1.    Roy Ayers — Coffy Is The Color
2.    Gene Page — Blacula
3.    Johnny Pate — Shaft In Africa
4.    Willie Hutch — Brother’s Gonna Work It Out
5.    Don Costa — Charley – Main Theme
6.    Marvin Gaye — ‘T’ Plays It Cool
7.    Bobby Womack — Across 110th Street
8.    J.J. Johnson — Willie Chase
9.    James Brown — Down And Out In New York City
10.    Quincy Jones — They Call Me MISTER Tibbs
11.    Martha Reeves and J.J. Johnson — Keep On Movin’ On
12.    Dennis Coffey — Theme From Black Belt Jones
13.    Curtis Mayfield — Freddie’s Dead
14.    The Blackbyrds — Wilford’s Gone
15.    Willie Hutch — Theme Of Foxy Brown
16.    Isaac Hayes — Run Fay Run
17.    Isaac Hayes — Shaft
18.    Curtis Mayfield — Pusherman
19.    Joe Simon — Theme From Cleopatra Jones
20.    Johnny Pate — You Can’t Even Walk In The Park
21.    Brer Soul and Earth, Wind and Fire — Sweetback’s Theme
22.    James Brown — Make It Good To Yourself
23.    Isaac Hayes — Pursuit Of The Pimpmobile
24.    Grant Green — Travelling To Get To Doc
25.    Booker T and the MG’s — Time Is Tight
26.    Roy Ayers — Aragon
27.    Edwin Starr — Easin’ In
28.    Gordon Staples and The String Thing — Strung Out
29.    Nat Dove and The Devils — Zombie March
30.    The Impressions — Make A Resolution
31.    Solomon Burke and Gene Page — The Bus
32.    Jack Ashford — Las Vegas Strut

Confira a resenha deste disco extraída do site Soul Jazz Records!

“‘Can You Dig It?’ is as definitive as it gets, and treats its subject seriously, lovingly and with an attention to detail that makes it a necessary purchase. An exemplary collection that is near perfect.’ WIRE MAGAZINE

‘Can You Dig It?’ charts the rise of ‘Black Action Films’ from 1970-75. As well as featuring a double-CD collection of the stunning music from these films, ‘Can You Dig It?’ comes with a 100-page booklet. The vinyl is on two monster loud separate double albums (and comes with the full text).

The Black Action Films of the early 1970s gave the Hollywood industry its first African-American cinema – actors, directors, cameramen, editors and writers. These films discussed aspects of the African-American experience in the form of entertainment. Storylines interwove post-civil rights revolution with action stories, many involving pimps, prostitutes, drug dealers or private detectives.

The films also featured the finest funk and soul black music of the time as stars such as James Brown, Curtis Mayfield, Willie Hutch and Roy Ayers produced some of their finest work, with film budgets allowing for the addition of huge orchestral arrangements by jazz legends such as Quincy Jones, Johnny Pate and JJ Johnson.

In the early 1970s, Black Action Films exploded into the cinema with three extremely successful films – ‘Shaft’, ‘Super Fly’ and ‘Sweet Sweetback’s Badasssss Song’. The most profound statement of these films was their actual existence – black actors and black directors entering the previously closed Hollywood film industry.

Black Action Films were a representation of politically everything that had gone before and stylistically of everything that was current. Civil rights, Malcolm X, Martin Luther King, Black Power, Black Panthers, Vietnam sit alongside the criminal worlds of policemen, private investigators, bail bondsmen and the criminals, drug dealers, pimps and hustlers that they parole.

‘Can U Dig It?’ brings you everything you always wanted to know about black action films. Aside from the amazing music (brought together for the first time ever), it also comes with a 100-page (yes, 100-page!) book in the CD featuring scores of original photographs, film posters, text and descriptions of all the films. The LP editions feature all the text.

This is an essential Soul Jazz Records release!

(Encontrei no super blog Rio Groove FM)

Entrevista de Richie Blackmore ao site Fender.com

Tradução: www.whiplash.net

A Fender.com recentemente conduziu uma entrevista com o lendário guitarrista Ritchie Blackmore (DEEP PURPLE, RAINBOW, BLACKMORE’S NIGHT). Seguem abaixo alguns trechos da conversa (thanks to Lágrima Psicodélica).

Fender.com: Como membro fundador do Deep Purple e do RAINBOW, é muito interessante que você também tenha se tornado bem-sucedido em um gênero totalmente diferente. Quando você sentiu pela primeira vez uma inclinação pela música com inspiração renascentista?

Ritchie Blackmore: “Eu senti uma inclinação pela música renascentista desde que ouvi a canção ‘Greensleeves’, quando tinha 11 anos. Depois novamente em 1972, quando ouvi David Munrow & Early Music Consort of London. Sempre ouvia esta música em casa ou nos hotéis na estrada. Era fascinado pelo som das flautas daquela época”.

Fender.com: “Secret Voyage” foi descrito como um álbum que leva seus ouvintes a uma “busca musical – uma viagem através do tempo e espaço”. O single “Locked Within the Crystal Ball” faz isto com uma tradicional melodia escrita pelo Rei Alfonso X de Castela servindo como semente para seu arranjo e composição final. Candice chamou isso de “Blackmor-izador”. Você pode descrever este processo criativo com mais detalhes?

Ritchie Blackmore: “Isto apenas desenvolve-se naturalmente. O trabalho fica muito mais fácil quando você já tem uma melodia que existe para trabalhar. Às vezes funciona adicionando instrumentos modernos. Às vezes não. Acho que deu certo em ‘Crystal Ball’”.

Fender.com: Você também revisitou um clássico do Rainbow, “Rainbow Eyes”, neste álbum. Ela ficou conhecida como uma das mais leves canções do Rainbow, descrita como algo celeste. Ela se encaixou bem como uma canção do BLACKMORE’S NIGHT, e como você determinou o novo arranjo?

Ritchie Blackmore: “Qualquer coisa melódica serve para ser incluída nesta banda. Originalmente ela era muito acústica e desta vez acrescentamos a guitarra elétrica para dar uma dimensão diferente”.

Fender.com: Sua introdução de guitarra para “Smoke on the Water”, do Deep Purple, é largamente considerada um dos mais famosos riffs do rock’n'roll. A letra da música foi inspirada pelas experiências que a banda teve quando um incêndio atingiu o Cassino de Montreux em Montreux, na Suíça, mas como surgiu este famoso riff?

Ritchie Blackmore: “Ian Paice (baterista do DEEP PURPLE) e eu sempre costumávamos tocar juntos, somente nós dois. Foi um riff natural para tocar na hora. Foi a primeira coisa que veio a minha cabeça durante aquela sessão”.

Fender.com: É dito que você nunca toca o mesmo setlist quando viaja ou toca a mesma canção da mesma forma duas vezes. É este estilo improvisacional um desejo de ser único, uma contínua busca pelo perfeccionismo, ou você apenas fica entediado facilmente ao ser repetitivo?
Ritchie Blackmore: “A última opção. Fico muito entediado e distraído facilmente. Nunca consigo lembrar partes, linhas, qualquer coisa do conjunto. Nunca poderia ser um ator”.
Fender.com: É verdade que quando seu pai lhe comprou sua primeira guitarra aos 11 anos era na condição de que alguém lhe ensinaria corretamente a tocar senão ele esmagaria sua cabeça com ela?

Ritchie Blackmore: “Sim, é verdade. Ele realmente disse isso. Acho que ele estava pensando que eu novamente ficaria entediado facilmente e pensou que fosse uma fase passageira – que eu não continuaria tocando o instrumento. Inicialmente eu queria ser trompetista, mas o instrumento era muito caro. Depois, um baterista, mas elas eram muito caras. Então meu pai me comprou uma guitarra. Era mais barata. Eu queria ser Eddie Calvert; ele era trompetista, quando eu tinha 8 anos”.

Fender.com: Você poderia falar sobre sua evolução como guitarrista, das primeiras lições clássicas ao

Deep Purple e sobre o baixista e produtor do RAINBOW, Roger Glover, ter lhe ajudado a reconhecer que, embora tocar com velocidade pode parecer vistoso, diminuir a marcha e segurar uma nota é também uma verdadeira arte?

Ritchie Blackmore: “Percebi que quando comecei a tocar guitarra queria ser muito rápido. Depois percebi, quando este efeito diminuiu, que tocar mais devagar e com mais sentimento e emoção era muito mais difícil. Levou alguns anos para me acostumar a tocar lentamente. Agora eu acho mais difícil tocar rápido”.

Coitado do rapaz que tira cópias na empresa

1Rapaz muito competente, Juvenal trabalhava na parte da limpeza. O Gerente o promoveu para o setor de cópias. Namorada ciumenta, noiva na verdade, toda tarde cheirava o rapaz pra ver se encontrava perfume de outras barangas. Muito solícito com as secretarias executivas, com as recepcionistas do 4º andar e com as assistentes gerais do projeto no 5º andar.

Só que Juva tinha um little problema: memória não era o seu forte. Pediam pra tirar 4 cópias frente e verso, o guri se embaralhava todo, 2 vias de um documento com 10 folhas eram o bastante para deixa-lo desesperado.

Seu gerente,  muito humano, não queria ve-lo voltar para a faxina. Propos à equipe que anexasse bilhetinhos post-it junto aos documentos, para facilitar a vida do campeão. Juvenal não sacou muito bem a idéia, mas adorou na prática!

Tudo ia bem, com as diversas anotações em cima de cada folha, Juvenal tornou-se líder nas xerocópias. Porém…

Sempre há um porém…

Cometeu sua pior falha: guardou sem querer no bolso largo da calça algumas dezenas de bilhetes que rancava dos documentos.

Aquela noite na casa da futura sogra, aconteceu a fatalidade. A noiva em prantos, gritava para vizinhança ouvir cada um dos bilhetinhos encontrados (descobertos) com o pobre Juvenal, que sabia ser inútil tentar explicar:

“Juvenal, seja bonzinho… Faça igual a última vez … Please!”

“Ju… Quero quatro rapidinhas!”

“Juvaaa, hoje eu tenho que ser a primeira porque estou mais necessitada!”

“Viu, quero dos dois lados e presta atenção: atrás tem que caber tudo!”

“Jujuzinho, por favor… Coloca na frente pra mim, vai …”

“Juvena, presta atenção, estou muito angustiada …Estou atrasada!”

“Nenê, tira o mais rápido possível, porque o gerente também vai querer…”

“Val, por favor, devagar, com carinho, porque quero bem feito.”

“Juvenal, cuidado! É comprido e largo…. Posicione direito para que não fique nada de fora.”

“JuVe, será que dá pra entrar no meio sem que ninguém perceba e tirar uma rapidinha?”

Texto introdutório meu, e a piada é domínio público.

Gripe Suína – perguntas e respostas

influenza_a

Mais uma do Sarney…

Depois que abrem o baú, mais e mais lixo vão aparecendo…

veja o scan, da Folha de hj, 25-06 (clique para ampliar):

folha de s paulo-25-06-09

Ed Motta e seu Menu de Acordes

Ensaio – não finalizado – rascunhado e postado abaixo. Em breve, correções e alterações.

Ed Motta e seu Menu de Acordes

Uma Breve Análise por Marcelo Donati

A música de Ed Motta perfaz-se numa colcha de acordes que acomodam a melodia, o ritmo e a (nem sempre presente) letra.

A base composicional de Ed está nos acordes -  paisagens, estradas – que ele vai descobrindo, sugerindo, conduzindo através do piano ou violão. Aos poucos, já com o caminho semi-pavimentado pela progressão de acordes, a melodia vai caminhando, embalada ao idioma ‘edmottes’, até que a sinalização do ritmo é plantada na via musical, para que transportes de palavras e frases (dirigidas frequentemente por autores outrem) saibam por onde trafegar para assim confluir à cidade grande dos álbuns de Ed Motta. Sedimentado pelo universo que mais apetece Ed, o aconchegante estúdio, as músicas ganham cores, tons, bordas, até que hermeticamente embaladas pela produção esmerada, ganham a condição de sair para o mundo e preencher estasiante nossos ouvidos e mentes.

Ed e o acorde Sus

Deixando a poesia barata de lado, e traçando uma linha bem generalizada: a maioria das composições de Ed possui belas sutilezas, como os acordes ‘Sus’ (acorde suspenso, sem a terça). De maneira simplória, podemos cifra-lo com um acorde do tipo 1/2. Ou seja, se o acorde é C (=1), o baixo estará em D (=2). Assim: Dsus = C/D.

Se adicionam ao nome do acorde ‘sus’ as extensões 2 e 4 (ex. Bsus2, Esus4). Mas, ao contrário do comum, que seria usar os acordes ‘sus’ como uma substituição elegante para os acordes dominantes (ex. numa música em C, o acorde dominante –tensão- é G7, mas usa-se muito em música pop o F/G ou Gsus, que amacia a tensão), Ed usa os acordes ‘sus’ como personagens principais de seus contos musicais.

Um exemplo é ‘Daqui pro Méier’, em que o primeiro acorde é Bsus, onde a melodia se sustenta em Si sétima (ou B mixolídio). O segundo acorde da música é B13, uma progressão ao acorde sus (de Bsus para B13, caem as notas E e A para Eb e Ab).

O exemplo mostra também que Ed adora criar progressões usando os acordes ‘sus’.

Outro exemplo é a introdução da música ‘Samurai’, clássico de Djavan que Ed gravou no songbook do músico alagoano. Os acordes são B7sus4 e B7b9#11 (tocado no formato ‘B double lead’, usando as notas si tanto no baixo quanto na nota mais aguda). Aliás, Ed usou tal progressão também na sua releitura de ‘Caso Sério’, da Rita Lee. Os acordes são os mesmos, mas os nomes estão um pouco diferentes: B7(4/9)  B(b5/b9). Veja o desenho dos acordes num violão para facilitar (a nota entre parênteses é opcional para criar o ‘double lead’):

B7(4-/9)    B(b5/b9)
e ||o————–(7)———
b ||o—5———-6———-
G||o—6———-5———-
D||o—7———-7———-
A||o————————–
E||o—7———-7———–

Ed gosta tanto dos acordes ‘sus’ que batizou uma música justamente de ‘Sus-tenta’ (do disco Dwitza). E a música foi criada apenas com acordes suspensos, para fazer jus ao nome. Ed claramente se inspirou em músicas que só usam este tipo de acorde, como ‘Maiden Voyage’, do Herbie Hancock.

É bom lembrar que os acordes ‘sus’ são usados há muito tempo na música pop (podemos pegar duas músicas dos Beatles que usam ‘sus chords’: ‘Norwegian Wood’ e ‘We Can Work It Out’), mas geralmente são empregados em típicas progressões como:

D Dsus2 D Dsus4 (ou seja, mudando só a nota mais aguda no acorde de Ré maior). Já o exemplo da música de Hancock se aproxima mais do contexto em que Ed utiliza tais acordes: como bases sólidas para melodias, como centros tonais mesmo. Outra que abusa dos ‘suspended chords’ é ‘Minha Casa, Minha Cama, Minha Mesa’, com um delicioso acento samba jazz, imortalizada na versão tocada no North Sea Jazz Festival.

Dominando os dominantes

Outro acorde que geralmente Ed usa é o acorde dominante com várias extensões.

Ex. Numa música em A (lá maior) o acorde de tensão/dominante é E7, mas, Ed sempre adiciona b5 (ou #11), b9, #9, gerando assim: E7b9b5, E7/9/#11. E é comum também encontrarmos certas progressões com estes acordes alt, sutis mudanças, ou uma passagem, por exemplo, um acorde com b9 e b5 pode mudar para uma quinta justa na próxima batida. Exemplos disso são encontrados em “The Man from the Oldest Building” e em “Que Bom Voltar”.

Detalhe interessante: Ed quase nunca utiliza um acorde somente na tríade. É raro um tema seu que tenha um Dó maior básico, tríadico e simples, ou um singelo Am (lá menor). Ed sempre acrescenta as sétimas, nonas, e dissonâncias várias como #11, b5, b9 e por aí vai. Uma grata exceção é a música “You’re Supposed to…” que possui na introdução simples tríades do tom de lá menor. Porém, o uso que Ed faz da melodia junto a tais acordes desta música desfaz qualquer indício de simplicidade…

Com relação a acordes menores, é frequente o uso de nona depois da sétima, ex. Am7/9, Dm7/9 e Em7/9 , acordes base da música ‘Tem Espaço na Van’.

Do Jazz ao Pop

E outro detalhe importante é que Ed sempre tenta carregar as dissonâncias ditas jazzísticas e as progressões incomuns para o terreno do pop, influência clara de Steely Dan e outros. Ex. ‘Colombina’ é criada com um acorde M7/9, e tem uma progressão  jazzística na ponte, mas com o acento e timbres eletrônicos, Ed consegue criar um pop perfeito e com high quality. Outra música que possui uma cadência ‘jazz total’ mas vestida num elegante terno pop é ‘Eu Avisei’, do disco Poptical. Não só o jazz é explorado, mas as grandes harmonias da MPB também são truques na manga de Ed, que os reveste de batidas disco e criar sucessos chiques. Ex. ‘Falso Milagre do Amor’ reúne a cadência harmonica de ‘Samurai’ do Djavan, com os empréstimos modais de ‘Garota de Ipanema’, de Jobim. Tudo dentro de um ritmo altamente dançante! Alías, MPB é outra paixão de Ed, que adora Johnny Alf, João Donato e a voz de Emílio Santiago. Ele compos a mpbística ‘Crescente e Fértil’ com a parceria do grande letrista Aldir Blanc. Sem falar nas parcerias com Guinga, outro gênio da nossa música.

Das trilhas sonoras para as rádios

O processo geral de composição de Ed Motta é construir uma canção como parte de uma trilha sonora, de um filme, de um musical, ou de uma peça que só exista na mente do tijucano. Nada vem programado já com ritmos, temas, letras, estilo. Tudo começa como pequenos temas incindentais, que aos poucos, vai ganhando forma e estilo. E muitas vezes, a canção é (re)usada de várias formas, em momentos e situações totalmente díspares.

Alguns exemplos: a faixa de abertura do disco Chapter 9, ‘The man from the oldest building’, foi composta originalmente para um musical, e utilizada no ‘Musical 7’ (espetáculo criado a partir dos temas do Ed), mas ganhou outro ritmo e letra de canção pop para figurar no disco. Outro tema redesenhado neste mesmo disco é “Twisted Blue’, música de ares sombrios que foi composta para um quarteto de cordas, e gravado no disco do Quarteto Maogany (com o nome de ‘A Foggy Day in Teresopolis’). Mas as duas versões, que estão no mesmo tom e andamento, são incrivelmente diferentes, vestidas a caráter para cada ocasião. É Ed Motta sempre se reinventando, e levando sua música aos mais diversos mundos de seu multiverso cultural. (Marcelo Donati, Junho 2009)

Novas tecnologias de armazenamento de dados

Pioneer apresenta mídia com 500GB de capacidade

Na verdade não é nem DVD, nem Blu-Ray e nem CD, mas é algo usando o mesmo formato, em um disco como se fosse um destes que citei, porém como 2 grandes diferenças, uma delas que pode armazenas até 500GB, isso mesmo, até 500GB de dados, e outra, é transparente!
pioneer
A Pionner, apresentou em uma feira em Tóquio o protótipo deste disco multi-camadas, capaz de armazenas incríveis 500GB, e algo que chama a atenção, além é claro da capacidade, é o fato dele ser transparente. Com essa capacidade esse se equivale a cerca de 20 discos de Blue-Ray, ou a 106 disco de DVD, ou cerca de 714 CDs normais de 700MB, tudo isso em apenas uma mídia. Já imaginou !??

Claro, foi apresentado como protótipo e ainda não tem data definida de produção e muito menos de ser colocado no mercado, mas assim como aconteceu com o lançamento mais recente de disco de alta capacidade, o Blue-Ray, creio que em poucos meses estaremos ouvindo falar muito nessa nova mídia ai, que claro ainda não tem nome definido.

Matéria extraída do Terra Tecnologia

Conclusões precipitadas

Um texto para sexta-feira:

Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade. Um deles comprou um coelho para os filhos. Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.

O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.

A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer oseu animalzinho. O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote.
Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo. Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim.Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.As crianças, felizes, com os dois animais.

Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho. No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes. O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.

Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra. Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.” Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?

Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos. A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho. Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.

Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.” Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam. O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram! Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.

“O que foi?” Perguntam.
“O coelho, o coelho… morreu!” Diz aquele.
“Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão
bem hoje à tarde.”
“Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro.
“Na sexta?”
“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal.
Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!”

A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro. O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar. Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos. Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece?
Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.

Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas. Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.

Fonte: a boa e velha internet.

10 trava línguas famosos

10 “trava-línguas” para melhorar a pronúncia
from: Lista10.org – fonte original: site Terra

A fonoaudióloga e professora da Universidade São Camilo, Luciana Bertachini afirma que é possível aprender a articular bem as palavras com brincadeiras. “A mãe pode estimular os filhos na pronúncia correta ao ajudar a criança a colocar um nome difícil numa boneca, por exemplo. Outra maneira é cantar músicas com palavras que tenham bastante consoante”, informa.

Abaixo 10 trava-línguas para treinar e ainda se divertir:

1º. O sabiá não sabia que o sábio sabia que o sabiá não sabia assobiar.

2º. Em um ninho de mafagafos havia sete mafagafinhos; quem amafagafar mais mafagafinhos, bom amagafanhador será.

3º. O tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.

4º. O rato roeu a roupa do rei de Roma. Rainha raivosa rasgou o resto.

5º. Três tigres tristes para três pratos de trigo. Três pratos de trigo para três tigres tristes.

6º. O peito do pé de Pedro é preto. Quem disser que o peito do pé de Pedro é preto tem o peito do pé mais preto do que o peito do pé de Pedro.

7º. O doce perguntou pro doce qual é o doce mais doce que o doce de batata-doce. O doce respondeu pro doce que o doce mais doce que o doce de batata-doce é o doce de doce de batata-doce.

8º. Cinco bicas, cinco pipas, cinco bombas. Tira da boca da bica, bota na boca da bomba.

9º. A aranha arranha a rã. A rã arranha a aranha. Nem a aranha arranha a rã. Nem a rã arranha a aranha.

10º. A vaca malhada foi molhada por outra vaca molhada e malhada.

Leroy Hutson: o segredo do 70’s Soul

Post do meu amigo Magnum Freire, confiram!

It’s gonna take a lifetime, it’s gonna take years

Fodaço !!!!!!!!!!!

por Magnum Freire, em 19/03/09.

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Leroy Hutson, americano é cantor, compositor, arranjador, produtor e multi instrumentista.

Ele nunca atingiu um nível de sucesso que o seu talento merecia.

Colaborou em ‘The Ghetto”, um hit de Donny Hathaway no início de 1970 (regravado depois por George Benson). Eles dividiam um quarto na faculdade de música.

Em 1971, três meses fora da faculdade, foi convidado para substituir Curtis Mayfield como vocalista do The Impressions.

Ele ficou com eles por dois anos e meio, e dois álbuns gravados com o grupo, antes de sair amigavelmente para o exercício da sua própria carreira como escritor, produtor, arranjador e músico.

Discografia
leroy_hutson_02
* Love Oh Love (1973)
* The Man! (1974) (#36 1974)
* Hutson (1975) (#46 1975)
* Feel The Spirit (1976) (#21 1976)
* Hutson II (1976) (#26 1976)
* Closer To The Source (1978)
* Unforgettable (1979) (#69 1979)
* Paradise (1982)

Segundo a revista Rolling Stone, Hutson é um dos segredos mais bem guardados dos Seventies Soul.

Participe da comunidade no Orkut e conheça mais:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=84860065

Postado ao som de : Leroy Hutson: I’ll be There, I’ll still Care

e Jimmy McGriff: Funky Junk

Hoje tem show do Ed Motta em Sampa, no Memorial!

ed-2Hoje, dia 12 de março de 2009, acontece o show de Ed Motta e banda no Memorial da América Latina.

O show faz parte do Projeto Adoniran. Já recebi relatos de  que havia uma grande fila para conseguir os ingressos. Sinal de que ‘a casa vai estar cheia’ para assistir Ed e cia.! Em breve, detalhes do show (e talvez fotos!).

Mais detalhes:

Projeto Adoniran – Oito e Meia
Show: Ed Motta
Músicos: Ed Motta (voz), Paulinho Guitarra (guitarra), Luiz Fernando Comprido (guitarra), Robinho Tavares (baixo), Leandro Cabral (teclados) e Vitor Cabral (bateria).
.
Dia 12 de março, quinta-feira, às 20h30
Ingressos: R$ 10,00 | R$ 5,00 (meia-entrada)
Auditório Simón Bolívar
Duração: 1 hora – Censura: Livre
Capacidade: 800 lugares. Bilheteria: 14h às 19h (dia anterior) e a partir de 14h (dia do show).
Acesso universal. Ar condicionado. Não faz reservas. Estacionamento (Portão 15) sem manobrista: R$ 10,00. Entrada/pedestres: Portão 13.
Realização: Fundação Memorial da América Latina.

Será que você é um mala? Leia e descubra…

mala1
1. Almoço em grupo. Mesa retangular. Um de seus colegas, o Fulano, se senta numa das pontas da mesa. A primeira coisa que você diz é: “O Fulano vai pagar a conta!”

Você é um MALA.

2. Início da madrugada. 1h16 a.m. Alguém lhe diz: “cara, amanhã vou acordar às 7h”. Você se apressa em dizer:

“Amanhã não. Hoje!”

Você é um MALA.

3. Quando você convida alguém para almoçar e esse alguém lhe esclarece que já almoçou. E você solta a frase: “Então você já está comido?”

Você é um MALA.

4. Ou pior, o seu amigo chega atrasado no serviço e diz sorrindo: “Bom dia!” e você responde: “Boa tarde!”

Você é um MALA.

5. Quando as pessoas estão cantando parabéns, você tenta embolar a cantoria, gritando os versos do início da música, enquanto todos já estão no meio da canção. Além de manezão,

Você é um MALA.

6. Você fica rindo quando um homem diz que tem 24 anos, aludindo ao número do veado no jogo do bicho.

Você é um MALA.

7. Você faz alguma piada quando alguém diz que é do signo de virgem.

Vai ser MALA assim na casa do…

8. Você diz para um amigo: “Se esconde!” quando passa o carro da polícia.

Você é um MALA.

9. Quando uma mulher diz que está “de saco cheio”, você diz que isso não é possível porque ela não tem saco.

Precisa dizer de novo? Seu MALA!

10. Se a anfitriã anuncia: “Temos pavê de sobremesa” e você pergunta: “é pra vê ou pra comer?

Além de MALA, você é um grande pé no saco!

Texto – Dois cavalos

Para vocês aumentarem a coleção de metáforas:

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Na estrada de minha casa há um pasto. Dois cavalos vivem lá.

De longe, parecem cavalos como os outros cavalos.

Mas, quando se olha  bem, percebe-se que um deles é cego.

Mesmo com isso o dono não se desfez dele.

Arrumou-lhe um amigo, um cavalo mais jovem.

Isso é de se admirar. E se você ficar observando, ouvirá um sino.

Você verá que há um pequeno sino no pescoço do cavalo menor.

Assim o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.

Ambos passam os dias comendo.

No final do dia o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo.

O cavalo com o sino está sempre olhando se o outro  o acompanha.

Às vezes pára para que o outro possa alcançá-lo.

E o cavalo cego guia-se pelo som do sino.

Confiante que o outro o está  levando para o caminho certo.


Como o dono desses dois cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque  não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou desafios. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.

Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que  Deus coloca em nossas vidas.

Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrar seu caminho.

E assim são os bons amigos.

Você não precisa vê-los, mas eles estão lá.

Regime comunista chinês

Recebi de um amigo (psicoterapeuta e inteligentíssimo, cujo nome manterei em sigilo) a seguinte mensagem por e-mail, anexado a um vídeo (logo abaixo, meus comentários):

Sabe o que mais gosto nos regimes comunistas?
Além da manifesta superioridade da economia sobre bases marxistas, provendo maravilhosos níveis de qualidade de vida para todo o povo,além do genial incremento que alcançam dar às artes em geral,ademais da paz, amizade e harmonia que cultivam carinhosamente com outras nações,
da liberdade edênica que propiciam aos cidadãos ou mesmo dos fantásticos avanços científicos voltados exclusivamente para a causa da humanidade…
… o que mais me fascina, me enche de invejosa admiração e de funda gratidão aos próceres comunistas, paladinos pelo paraíso na terra, é a notável elevação caracterológica que conseguem imprimir às gentes, esta luminosa excelência humana, a delicadeza de coração do “novo homem socialista”, exemplos únicos e brilhantes em toda a História, de sensibilidade ao próximo, de cálida fraternidade e solidariedade franca e generosa… tal como previsto pela genialidade precursora de Karl Marx!!!
Que o Criador o premie na justa medida de suas intenções.
M.
Explicando o vídeo: Como não achei no Youtube e estou sem tempo de upa-lo agora, só me restar contar o que acontece: numa rua da China, uma senhora é atropelada por um carrão. Uma senhora que vinha logo atrás (e viu o acontecido) simplesmente muda de direção. Logo aparecem transeuntes mais preocupados em avistar o carro do que socorrer a  pobre senhora, que jaz com a cabeça embaixo de uma van estacionada ao lado do acidente…

Voltemos…

Pronto! Depois de uns dias off-line viajando, retomaremos nossa programação normal! Em breve, com muitos posts e novidades!

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(Foto que tirei de uma das tantas paisagens lindas!)

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