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Archive for the ‘tecnologia’ Category

Pra quem gostou deste blog. Pra quem não gostou. Pra quem achou algum link aqui e resolveu ir pra página inicial, informo que agora posto num blog do blogspot. Cansei deste WordPress, mas as postagens permanecerão aqui pra quem quiser.

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O grande amigo e audiófilo renomado Alexander Pindarov conversou comigo via Twitter e falou um pouco sobre compensação, compressão e equalização de Cds e LPs. E deu valiosas dicas. Confira os trechos mais importantes desse bate-papo virtual!
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Alexander Pindarov: Van Halen – “1984” foi  o primeiro CD que analisei tecnicamente . Ele usa o sinal P-Q e a pré-ênfase pra adequar o sinal.
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Como assim? Explique melhor.

O CD, como foi inicialmente concebido, incorpora sinais pra indicar ao equalizador se tem q colocar ou retirar agudos, como o Dolby. Isso porque, aparentemente, nos primeiros conversores D/A havia muito ruído de quantização que mascarava o sinal. No vinil, usa-se a curva RIAA, padronizada nos anos 60. Apesar de existirem outras formas de compensação.
O vinil tem uma limitação física pra corte de acetato e pra fazer com q ele tenha um som quente, ao invés de masterizar antes do corte, há mais uma etapa de pós-masterização.

Algumas empresas de corte tornaram-se famosas como, por exemplo, a Masterdisk, muito usada pelo Steely Dan, que davam aquele som nova iorquino.

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Há também engenheiros famosos como o Greg Calbi e o Doug Sax, até hoje atuantes na área, que cortam acetatos como o manjar dos Deuses!
O próprio porra-louca do Rudy Van Gelder (da Blue Note) é um outro exemplo, só que ele acompanhava TODAS as etapas!
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Nos meus top de corte de acetato figuram a Barclay Francesa, que quase não usa compressão, a JVC famosa pelos vídeo-discos, e tem a Teldec que é empresa de Corte da Warner Alemã.
Os japoneses são excelentes na prensagem e não no corte… Acho q eles seguem a escola californiana: muito agudo e compressão a toda!
O problema do CD, assim como o Vinil é que o custo dos conversores caiu de uma forma tal que é muito mais fácil hoje fazer um master MLP sem compressão com 20 ou 24 bits e atochar o volume sem q o som fique rascante.
É só você ouvir os novos lançamentos da Rhino Handmade, por exemplo! Bate qualquer vinil que conheço!
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A MFSL (mobile fidelity sound lab) é um caso à parte porque ela usou a tecnologia da quadrifonia Cd-4, que requeria agulhas e massa vinílica especiais com lubrificantes adequados e a tecnologia desenvolvida nos anos 30 pra corte à meia velocidade. Isso aqui no Brasil seria o máximo!
Eu ia dar de presente para um músico que admiro muito, e encontrei um cara na Alemanha que faz o corte do tipo DMM a meia velocidade por um preço razoável, mas me chateei com algumas coisas e decidi usar o vinil prum projeto q tenho em mente. O corte, aliás, poderia ser em 45 RPM, como uma série nova da Blue Note… Ou você corta à meia velocidade e reproduz na nominal ou corta em 1,5x, e o som fica chapante. É só pegar um compacto americano e comparar com a versão da música no LP ou cd, por exemplo.  Normalmente disco americano tem som ruim.
A Warner quando quer um corte melhor, manda pra Masterdisk ou a The Cutting Room e a Capitol pra Masterdisk… mesmo assim são barulhentos!
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Mas nada se compara com o vinil brasileiro… é de doer!
Os russos normalmente tem um bom corte, feito na Teldec … O melhor q já ouvi até hj foi um vinil chileno da Mercedes Sosa…  über surreal!
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Mas e os vinis brasileiros atuais (produzidos pela Polysom)? O que diz?

Olha, ainda não recebi nenhuma amostra da Polysom, mas tenho um da Rita Lee (Rita Hits), que saiu pra DJs e ainda é barulhento.
Talvez nesses lançamentos mais recentes, a Polysom tenha se esmerado e som esteja melhor, mas não posso opinar sobre o que ainda não tive a oportunidade de ouvir!
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Outra informação importante: Existe uma etapa que muita gente desconhece é que quando você prepara o master final, por exemplo, num Sonic Solutions e manda o cd Master ou uma DLT (fita digital). Na fábrica há uma avaliação adicional pra verificar a consistência de dados e isso, se mal feito, ALTERA completamente o som!
Exemplo clássico e documentado: Two Agains Nature do Steely Dan! Roger Nichols cortou a referência na Masterfonics em Nashville, e soou perfeito… Qdo foi pra JVC em L.A. e ele ouviu o teste de prensagem ficou horrorizado com o som (e ainda por cima na versão final Fagen reclamou q os selos do disco não foram com a cor q ele pediu!).
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E sobre as diferenças entre o processo de corte e masterização de hoje em dia com o processo no passado?
Antigamente,o engenheiro de masterização acompanhava o corte de acetato e o produto final ficava ótimo! Hoje você prepara tudo no teu home-studio, manda, p. ex.,  pro Classic Master aos cuidados do Mago Carlinhos Freitas via Digidelivery, ele te manda a prova e, se estiver ok, ele manda via Digidelivery (internet) também pra fábrica e você só vê o resultado muito tempo depois.
Tornou-se muito industrial pro meu gosto! Antigamente, o artista e o engenheiro acompanhavam tudo de perto.
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Para finalizar, deixe alguma dica, sugestão de discos soberbos, silenciosos ou que sejam exemplos de corte.

Posso falar do que já ouvi : por exemplo, Abbey Road (The Beatles) de 200g da MFSL é um doce! Inclusive, saiu uma reportagem na revista Audio Música e Tecnologia sobre a remasterização dos Beatles, em especial a resenha do Sólon do Valle que fala exatamente o que eu penso!

As edições com OBI japonesas do Led Zep, Steely Dan e a maioria dos artistas que não foram editados nos EUA em CD são fantásticas. O ‘Canta Canta, Minha Gente’ do Martinho da Vila, edição japonesa é fantástico também!

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Muito obrigado, Pindarov, por partilhar um pouco da sua sabedoria conosco!

(Marcelo Donati, Agosto 2010)

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Novo Fox tenta subir o nível

novofoxVeja no UOL CARROS matéria falando do novo Fox, da Volkswagen. Aparentemente,  a traseira é similar ao novo Gol.

Vamos ver se melhoram também as contantes falhas as quais os usuários sempre reclaman…

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Web People

web_pessoas

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Bom, a primeira boa notícia é que o CQC reestréia breve, dia 2 de março.

cqc

Outra dica:

achei na net uma impressora movida a café!

ritiprinter-ed01

O  nome da impressora é RITI Coffee. O cartucho de tinta não é carregado com a matéria-prima convencional, mas sim com o resto do seu cafezinho. Além de incrivelmente econômica, a máquina ainda é ecologicamente correta.

Manual de Instruções:

riti-instructions

E pra terminar o post, uma tirinha que tem bem a minha cara, eu faço isso todo dia:

chickenscreenap1

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Pronto! Mal foi lançado e o iPhone já foi ‘clonado’. E melhorado! Os chineses são impossíveis e vão dominar o mundo (bom, pelo menos já estão no mundo todo: é só ver a etiqueta do seu PC ou do seu tênis…). Leia abaixo a matéria da Folha Online – 28/12/200812h54.

0836391da Folha Online

O alvoroço causado pelo hipotético lançamento de um iPhone Nano, com 4Gb e preços mais acessíveis, mobilizou o comércio paralelo chinês.

Um site de vendas já oferece o aparelho em sua loja virtual.

A caixa e o formato do produto remetem claramente ao iPhone da Apple, embora o aparelho seja fabricado por uma obscura companhia chamada Sam Tai Technology.

É possível notar uma sensível modificação no espaço em que o emblema da Apple apareceria, na parte de trás. O “Mini phone” (que teve a letra “i” subtraída de sua caixa, como se pode ver na foto) suporta mais de dez linguagens.

O preço do aparelho não aparece no site, que cita detalhes de configuração como memória de 1 Gb de memória e plataforma de games em Java.

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Dica de Site

Aproveitem esta incrível história com enredo sobre a Internet, neste site animado:

wonderf

Clique na imagem ou aqui.

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