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Após resenhar o disco novo do Guns ‘n’ Axl Rose ano passado, julgo-me no dever de criticar este lançamento de Slash, apinhado de participações especiais e com versões bônus, além de uma releitura do sucesso de sua ex-banda, Paradise City.

A primeira faixa (Ghost) me remete de cara os bons tempos de FM anos 80/90, com a voz de Ian Astbury, quando estava à frente do The Cult, famigerado rock de arena para as rádios. Esta música é daquelas prontas para o single, curta duração, direta ao ponto, com a voz de Ian casando com a guitarra típica e única de Slash. Aliás, os riffs e solos de Mr. Saul Hudson são os motivos principais para o Cd, certo?

Em parte, sim. Mas o guitarrista tira de sua famosa cartola várias truques do show-business, como encher o disco de participações, fator que alavanca o lançamento e divulgação do disco.

A segunda faixa (Crucify the Dead) é prova cabal disto, com os vocais de Ozzy Osbourne, e com letra cifrada que parece criticar Axl, motiv0s de sobra pra promover um disco. Música que parece extraída dos álbuns solo de Mr. Madman, com Slash emulando a fúria de Zakk Wylde. Vale ressaltar que ambos já haviam gravado juntos.

Beautiful Dangerous‘ conta com a voz de Fergie, fator que por si só já vai agregar milhões de ouvintes para o trabalho solo de Slash. A canção em si flui bem, e Fergie se dá bem cantando rock. Seria uma espécie de substituta para Axl com seus vocais rasgados e agudos? Bom, seria uma faixa em que funcionaria muito bem o vocal do líder do Guns… O ápice da faixa é mesmo o solo, a Les Paul grita na nossa cara os bons tempos dos 80’s rock!

A cadenciada ‘Back From Cali‘ traz o vocalista do Alter Bridge, Myles Kennedy, com um riff de guitarra mais suave. Myles inclusive excursionou como vocal da banda de Slash.

O ex-frontman das bandas Soundgarden e Audioslave, Chris Cornell, imprime uma característica única na faixa ‘Promise‘, que possui refrão bem construído e riffs de apoio bem marcantes. Esta faixa daria um clipe interessante, já que o solo de Slash ‘conta uma boa história’. E o interlúdio, com baixo distorcido, mostra uma nuance inteligente para voltar ao refrão e aos riffs finais.

O primeiro single do disco é a porrada hard blues ‘By the Sword‘, cantada magistralmente pelo vocalista e guitarrista do Wolfmother, Andrew Stockdale. Um petardo rock’n’roll onde guitarra e voz formam um amálgama digno dos classic rocks! Destaque para a dinâmica do solo, com um crescendo instigante.

A primeira balada do disco é Gotten, onde Slash entrega as letras para Adam Levine entoar um canto suave e melhor que as melhores baladas do Maroon 5.

Slash fica endiabrado na faixa Doctor Alibi, talvez influenciado por Lemmy Kilmister, que canta aqui bem melhor do que no Motorhead! Mais uma porrada na orelha!

A bateria de Dave Grohl e o baixo de Duff McKagan dão peso extra a Watch This, a primeira faixa instrumental do álbum, fantástica, que deixa um gosto de ‘quero mais’, e nos deixa com a dúvida: será que teremos para breve outro supergrupo no mercado?

A segunda balada do disco é ‘I Hold On‘, com Kid Rock, onde só se salva mesmo o solo. Próxima!

Opa, beat acelerado e vocais raivosos dão o tom em ‘Nothing to Say‘. Bela música, com os vocais de M. Shadows, do Avenged Sevenfold. Os backing vocais lapidam a faixa, que ainda dá de brinde uma fritação de Slash, um verdadeiro solo chuta-bundas.

Mais uma balada chegando… Myles Kennedy volta na faixa ‘Starlight‘. Midtempo com vocais altos, bateria levando um groove cadenciado e pouca instrumentação, pra manter um clima cool. Solo rápido com drive mais clean que o habitual. Ficou um gosto de Gov’t Mule e folk rock na cabeça…

Saint is A Sinner‘ é uma faixa experimental do álbum. Acústica, densa, com os vocais de Rocco DeLuca, que também contribui com os violões. Aqui, Slash tenta encaminhar um solo de violão a lá “Patience”, mas com resultados sonoros totalmente diferentes, marciais e estranhos à proposta do disco.

Slash Volta ao rock’n’roll e termina o disco com ‘We’re All Gonna Die‘, com a participação do indefectível Iggy Pop, com aquele climão todo setentista, que tanto faz bem a nossos ouvidos. Lembra as composições do Duff Mckagan, classic rock com um pé no punk, e uma base grave para os solos de Slash.

Mas ainda não acabou! Há vários bônus, lançados de acordo com cada país ou mesmo pela Internet no I-Tunes. Listando todos:

* Sahara, com Koshi Inaba, possível próximo single do disco, pela pegada agressiva cheia de riffs grudentos.

* Chains and Shackles, com Nick Oliveri do Queens of the Stone Age. Soturna, afinação baixa da guitarra nos riffs stoners. Vocal gritado, mas com backing vocals lapidados pra não perder a veia pop. Solo cheio de fuzz e interlúdio sinistro.

* Paradise City, atualização hip hop do sucesso do Guns, pra alavancar as vendas do disco, com Cypress Hill e Fergie. Contagiante!

* Mother Maria, com Beth Hart – Lentona, acústica, belo solo quase clean da guitarra.

* Baby Can’t Drive, com Alice Cooper, Nicole Scherzinger, Steven Adler & Flea. A faixa com mais participações tem todo clima de arena rock. Refrão perfeito, licks faiscantes, e o vocal da líders das Pussycats Dolls é ao mesmo tempo sensual e gritado, combinando com Mr. Cooper. O solo dessa música nos fazer pensar que Slash deveria lançar um disco solo instrumental. Pois idéias o cara tem muitas ainda na cartola…

A Trama lançou o disco Piquenique de Ed Motta no fim do ano passado, depois de grande atraso gerado pela fábrica que manufatura os discos. Mas o disco sofreu sérios problemas de distribuição, sendo raro achá-lo nas lojas de música do Brasil todo.

Agora, finalmente em Março, a Trama inclui o disco no seu catálogo de álbuns virtuais, e disponibilizou o download legal (e patrocinado) de Piquenique, o décimo álbum de inéditas de Ed Motta.

Para baixar, acesse o Bloptical, ou clique na imagem.

Ed Motta não é a única voz solitária que atestava há muito a genialidade de Johnny Alf, e a sua amplitude frente a artistas ditos maiores de nossa música como João Gilberto e principalmente o Maestro Soberano Jobim. Vide a matéria da Revista Época nº 616.

Todos citados acima são estrelas de primeira grandeza. A diferença é o status e a humildade – Johnny Alf foi o único que nunca escondeu suas referências e influências, e mais: fez dessas influências uma música altamente rica e original -.

Abaixo, screen da matéria da Revista Época desta segunda semana de março. Apreciem e entendam!

Tidy, very tidy…

Soon, mods and news…

Palavras aladas
(Antonio Cícero)

Os juramentos que nos juramos
Entrelaçados naquela cama
Seriam traídos se lembrados hoje

Eram palavras aladas
Faladas não para ficar
Mas, encantadas, voar

Faziam parte das carícias
Que por lá sopramos
Brisas afrodisíacas ao pé do ouvido
Jamais contratos

Esqueçamo-las
Pois dentre os atos da língua
Houve outros mais convincentes
E ardentes sobre os lençóis

Que esses, em futuras noites,
Em vislumbres de lembranças
Sempre nos deslumbrem.

Último desejo do vovô

Just a simple list.

The year of my birthday (1976) brought out to the world some nice albuns, here my ever unfinished list:

Tim Maia (1976) Racional Vol.2

Archie Bell & The Drells (1976) Dance Your Troubles Away

Bob James (1976) Three

Brass Construction (1976) II

Dexter Wansel (1976) Life on Mars

Heatwave (1976) Too Hot to Handle

Hi-Fi (1976) Performance

Hummingbird (1976) We Can’t Go On Meeting Like This

Ike White (1976) Changin’ Times

Jackson 5 (1976) I Want You Back EP

Kid Dynamite (1976)

Kool And The Gang (1976) Open Sesame

Leroy Hutson (1976) Hutson II

Starcrost (1976)

The Crusaders (1976) Southern Comfort

Larry Carlton (1976) Singing Playing

Pat Metheny (1976) Bright Size Life

Johnny and Edgar Winter (1976) Together

Steely Dan (1976) The Royal Scam

Genesis (1976) A Trick Of The Tail

Peter Frampton (1976) Frampton Comes Alive!

Boston (1976) – Boston

Boz Scaggs (1976) Silk Degrees

Deep Purple (1976) Made in Europe

Eagles (1976) Hotel California

Tommy Bolin (1976) Private Eyes

Frank Zappa (1976) Zoot allures

George Benson (1976)  Breezin’

—————-

Did I forget anyone? Of course!

From True Fire DVD Lessons.

Here an bit excerpt from Larry Carlton 335 Master Class:

Recomendadíssimo este disco de 76 do Boz Scaggs.

tracks:

01 – What Can I Say

02 – Georgia*

03 – Jump Street

04 – What Do You Want The Girl To Do

05 – Harbour Lights*

06 – Lowdown*

07 – It’s Over

08 – Love Me Tomorrow

09 – Lido Shuffle

10 – We’re All Alone

caipiras depois do casório

Lá na roça, um menino e uma menina foram criados juntos, desde que eram bem miudin…
O tempo foi passando, passando, eles foi creceno, creceno.
Aí se casaro.
No dia do casório, sacumé, povo da roça nao viaja na lua de mér, já vai direto pra casinha de pau a pique.
Chegano lá na casinha, o Zé, muito tímido, vira para Maria e fala:

– Ó Maria, nois vai tirano a rôpa, mais ocê num mi óia, nem ieu ti óio, vamu ficar dis costa.

Maria responde:

– Tá bão Zé. Intaum eu num ti óio e ocê num mi óia, cumbinado.

Nisso Maria abre a malinha de papelão novinha que ganhou do pai, tira a camisola que ganhou da mãe.
Maria tira a roupa. Ao vestir a camisola notou que a mãe tinha lavado, ponhou no sór pra módi quará e ficá bem branquinha.
Tava um capricho só a camisola.
Só que a véia pra mode branquia a camisola, lavô dimais qui incurtô a dita prá mais di parmo e usou goma demais prá passar a camisola, deixando muito engomada.
Maria então diz:

– Meu Deusducéu, cuma é qui eu vô drumi com um trem duro e piquininim desses?

Aí o Zé fala:

– Ah Maria! Assim num vale! Ocê mi oiô, né?

Carnaval…

…vou ficar em casa tocando!

Empurrãozinho

Altas horas da madrugada, o casal acorda ao som insistente da campainha da casa. O dono da casa levanta e pela janela pergunta:
– O que é que você quer? Onde você está?
– Olá, eu sei que é tarde – grita um homem – Mas preciso que alguém me empurre, e sua casa é a única nesta região. Você precisa me empurrar!
Louco da vida, o recém-acordado replica:
– Eu não te conheço, são 4 horas da manhã, e me pede para te ajudar? Ah! Vá te catar!
Ele volta para a cama. Sua mulher, que também acordou, não gosta da atitude do marido:
-Você exagerou. Você já ficou sem bateria antes, você bem que poderia ajudar esse cara
– Mas ele está bêbado! – desculpa-se o marido.
– Mais um motivo para ajudá-lo – insiste a mulher – Ele não vai conseguir sozinho. Você que sempre foi tão prestativo…
Tomado por remorsos, o marido se veste e vai para a rua. Procura o bêbado dizendo:
– Hei, cara, vou lhe ajudar! Onde é que você está?
E o bêbado gritando:
– Aqui, no balanço do jardim! vem me empurrar!

Chefe e Estagiário

Havia certa vez um homem navegando com seu balão, por um lugar desconhecido. Ele estava completamente perdido, e quão grande foi sua surpresa quando encontrou uma pessoa…
Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma distância de 10m aproximadamente, ele gritou p/ a pessoa:
– Hei, você aí, aonde eu estou???
E então o jovem respondeu:
– Você está num balão a 10 m de altura!!!
Então o homem fez outra pergunta:
– Você é estagiário, não é???
O rapaz respondeu:
– Sim, Puxa! Como o senhor adivinhou?
E o homem:
– É simples, Você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me serve para nada…
Então o Estagiário pergunta:
– O senhor é chefe no seu trabalho, não é???
E o homem:
– Sou…Como você adivinhou???
E o rapaz:
– Simples: o senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e ainda quer colocar a culpa no estagiário…

Caro Antônio Roberto, Psicólogo e psicoterapeuta

Espero que possa me ajudar.

Peguei meu carro e saí pra trabalhar, deixando meu marido em casa vendo televisão, como sempre. Rodei pouco mais de 1km quando o motor morreu e o carro parou. Voltei pra casa, para pedir ajuda ao meu marido. Quando cheguei, nem pude acreditar, ele estava no quarto, com a filha da vizinha! Eu tenho 32 anos, meu marido 34, e a garota 22. Estamos casados há 10 anos, ele confessou que eles estavam tendo um caso há 6 meses. Eu o amo muito e estou desesperada. Você pode me ajudar?

Antecipadamente grata.

Patrícia

RESPOSTA:

Cara Patrícia,

Quando um carro pára, depois de haver percorrido uma pequena distância, isso pode ter ocorrido devido a uma série de fatores. Comece por verificar se tem gasolina no tanque. Depois veja se o filtro de gasolina não está entupido.
Verifique também se tem algum problema com a injeção eletrônica. Se nada disso resolver o problema, pode ser que a própria bomba de gasolina esteja com defeito, não proporcionando quantidade ou pressão suficiente nos injetores. A pessoa ideal para ajudá-la seria um mecânico. Você jamais deveria voltar em casa para chamar seu marido. Ele não é mecânico. Você está errada. Não repita mais isso.

Espero ter ajudado.

Dr. Antônio Roberto

(recebido do Magnum Freire, por e-mail)

Um mineiro que morava no Rio de Janeiro comprou uma câmera digital. Em uma viagem de visita a seus pais na “roça”, ele levou a câmera digital.

Chegando lá, mostrou a novidade para todos. Nunca ninguém tinha visto algo igual.
Para mostrar como o ‘trem’ funcionava, o mineirinho resolveu tirar um retrato da família reunida.

Pediu que todos ficassem bem juntinhos perto de uma cerca de arame farpado, debaixo de uma mangueira. Então, ele se afastou da turma, escolheu um lugar para deixar a câmera, programou o temporizador, clicou e correu feito um doido para junto de todos com a intenção de também sair na foto . . .
Foi um “Deus-nos-acuda”. Todos saíram correndo também, atravessaram a cerca de arame farpado de qualquer jeito, rasgando as roupas e machucando-se. Depois do desastre, o mineirinho pergunta:

– Uai, gente! Qué qui deu n’ocês prá desimbestá dessi jeito, sô? E sua tia, com as duas orelhas cortadas e a roupa toda rasgada, responde:
– Se ocê, qui cunhece esse trem, teve medo e saiu correnu pra cima da gente, imagina nós qui num cunhece ! ! ! Cê é besta, sô!!

(CopiCola)